O Brasil que eu FAÇO

“O Brasil que eu quero” – Há alguns meses a rede Globo lançou esse projeto em que pessoas de todos os cantos do país fazem vídeos para registrar em poucos segundos seus desejos para nossa sociedade. Centenas de vídeos já foram publicados, grande parte com o mesmo querer: Menos corrupção, mais oportunidades, segurança, saúde e educação.

Obviamente que eu também desejo e acho bacana exteriorizarmos nossas ideias, isso gera debate, e debate pode gerar mudança de pensamentos, legal! Mas e se a chamada do projeto, ao invés de “O Brasil que eu quero” fosse “O Brasil que eu faço”? Como seria?

Antes de pensar no macro, na diferença que você faz para o mundo, é interessante analisar o básico. Por isso vamos pensar na diferença que você faz no SEU mundo – para si e para as pessoas próximas a você. Assim, ao invés de “O Brasil que eu faço”, vamos chamar simplesmente de “O que eu faço”.

E então, como seria o seu vídeo de 30 segundos?

Desejo de melhorias todos nós temos, mas para que se tornem realidade, só desejar não é o suficiente, é necessário executar. Ficar sentado no sofá reclamando da vida, esperando que os outros resolvam, que os outros mudem ou que as coisas simplesmente aconteçam, não é efetivo, é comodismo e transferência de responsabilidade.

Se hoje você olha para a sua vida e a vê do jeito que você quer: Bata no peito e comemore. É seu mérito, parabéns!! Agora, se você olha para ela e vê que está vivendo algo que gostaria que fosse diferente: Bata no peito e assuma a sua responsabilidade.

Se você quer um mundo melhor, comece melhorando o SEU mundo. Se você quer que o seu mundo melhore, pare de olhar para os lados, levante-se e faça acontecer. Faça diferente para fazer a diferença.

E então, o que você EFETIVAMENTE está fazendo para que as mudanças aconteçam?